Alegre na Esperança
No vídeo acima, é possível ver o Marcelo, acompanhado da Laura, Jamilly e da Izabela. Todos eles são frutos do Projeto Alegre na Esperança.
O projeto é uma ação social mantida pela Paróquia Nossa Senhora da Penha, de Alegre, visando oportunizar práticas musicais significativas à crianças, jovens e adultos. Ele proporciona aulas de violão e canto em grupo, ministradas pela professora Monike Mangifeste.
Em 2019 o “Alegre na Esperança” completa 5 anos de existência. Para o Padre Enildo Genésio de Souza, Pároco da Paróquia de Alegre e precursor do projeto, esta iniciativa vem “ajudando a transformar sonhos em realidade”.
“A paróquia sentia necessidade de trazer novos ministros da música, uma vez que muitas comunidades não tinham ministério de música para animação de suas celebrações e missas.”
Sonho que virou realidade
Em 2017, ano em que completou 3 anos de projeto, novos instrumentos foram adquiridos, graças ao apoio por parte da prefeitura, do dízimo, e pelo abraço da comunidade da Paróquia Nossa Senhora da Penha. Na época, Pe. Enildo explicou um pouco de como funcionam as aulas:
“Nas aulas, temos o violão para desenvolver a capacidade de instrumentista e o canto para entoar louvores. Aspectos como técnica e percepção auditiva são praticados e discutidos com os alunos. Nesse contexto a prática com instrumento é fundamental e ocupa mais de 90% do tempo das aulas”.
Ele também mencionou sobre a parte específica das aulas voltadas ao canto.
“É focado o trabalho de prática vocal, com exercícios de relaxamento, respiração, aquecimento vocal e a música em conjunto. Também são passadas noções básicas de teoria musical e entendimento de regência”.
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De um início tímido, com aproximadamente 10 violões, o projeto se expandiu e hoje possui mais de 200 alunos matriculadas. Ao longo destes 5 anos, o projeto Alegre na Esperança já atendeu mais de 700 pessoas. “Com isso, hoje, muitas comunidades têm a oportunidade de formar novos ministros da música”, completou Pe. Enildo Souza.
O projeto atende a sede Matriz em Alegre e também distritos e comunidades rurais, como Assentamento Floresta, Vila do Café, Araraí, Anutiba, São João do Norte, Feliz Lembrança e Lagoa Seca.
Aos moradores da região, as matrículas estão abertas durante todo o mês de fevereiro. Quem desejar se tornar aluno do projeto deve procurar a professora Monike Mangifeste no Salão Decolores, nas segundas ou terças-feiras, das 9h às 11h ou na parte da tarde, das 13h às 15h. Pe. Enildo e a equipe do projeto aguardam você.





Fonte: Diocese de Cachoeiro